Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região
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Greve na Mitsubishi termina
com vitória dos trabalhadores

Após oito dias, terminou nesta terça (24) a greve dos dois mil metalúrgicos da Mitsubishi em Catalão (GO). A ação foi conduzida pelo Sindicato dos Metalúrgicos da cidade. O saldo é vitorioso. A principal vitória foi impedir que a multinacional impusesse ao acordo coletivo as maldades da reforma trabalhista de Temer.

Origem - A greve foi provocada pela empresa, que queria tirar o Sindicato das negociações e negociar direto com uma comissão. Outro problema foi o endurecimento patronal quanto ao pagamento da PLR – Participação nos Lucros e/ou Resultados e o reajuste da data-base.

Apoio - Nosso Sindicato apoiou a luta desde o começo. Primeiro compareceram os diretores Evandro Pereira e Adriano Alves de Oliveira (Madeira), com os assessores Valdir e Sandro. Depois, foram pra Catalão José Carlos S. Oliveira (Chorão), José Dilton Braga (Vanuza) e José Pedro da Silva (Carioca), com o assessor Chitão.

Vanuza diz: “Praticamente, todas as reivindicações foram atendidas. Quando trabalhador e Sindicato se unem nossa força cresce e as chances de vitória aumentam. Foi o que ocorreu”.


Desde o início, nosso Sindicato apoiou a luta, representado por diretores e assessores

Acordo - Além dos itens econômicos e da estabilidade até 31 de dezembro, foi renovado o acordo coletivo na Mitsubishi. Ou seja, direitos e conquistas estão assegurados.

A Participação nos Lucros e/ou Resultados ficou em R$ 5.500,00; e o abono salarial, em R$ 2.500,00 (pagamento de R$ 6 mil em 31 de outubro e R$ 2 mil no retorno das férias coletivas em dezembro).

Outros itens:

- Vale-alimentação - Subiu pra R$ 385,00;
- Cesta de Natal - Será de R$ 800,00;
- Reajuste salarial - De 2% a partir de janeiro;
- Retorno do plano de cargos e salários - A partir de junho;

Avaliação - Tanto Albino de Rezende, presidente do Sindicato local, quanto Miguel Torres, presidente da nossa Confederação, avaliam positivamente o movimento. “Tivemos ganhos econômicos e conseguimos manter o Sindicato à frente das negociações”, diz Albino. Miguel fala que toda a cidade será beneficiada: “Os ganhos dos companheiros injetarão cerca de R$ 12 milhões na economia. Ou seja, o ganho não é só do trabalhador. É coletivo”.   

Mais informações: http://www.simecat.org.br/


Nossos diretores Vanuza e Chorão junto com o presidente do Simecat, Albino de Rezende

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