Boa tarde!  Sexta 24/05/2019 14:53
• 9/4/2019 - terça-feira

Mulheres trabalharão mais,
contribuirão mais e receberão menos

Hoje, boa parte da nossa categoria é formada por mulheres. No passado, as companheiras trabalhavam no setor administrativo ou de ajudantes gerais. Isso mudou. Atualmente, a trabalhadora é presente em todas as etapas de uma indústria metalúrgica.

Essa mulher, que trabalha duro na fábrica e também cuida da casa, está agora ameaçada pelo Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 06/2019, apresentado por Bolsonaro ao Congresso Nacional. Por isso, desde que a PEC foi enviada ao Congresso Nacional, nossas diretoras percorrem a base, a fim alertar e orientar as companheiras sobre os riscos.

Roseli Lima, que coordena o Departamento Feminino, comenta: “Se essa reforma for aprovada, vamos demorar mais pra aposentar, contribuir por mais tempo e receber uma aposentadoria menor. Portanto, temos que impedir essa tragédia. Eu chamo todas as companheiras pra essa luta”.


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Dieese - Responsável pela Subseção do Dieese no Sindicato, o economista Rodolfo Viana explica: “Pela proposta, a idade mínima da mulher vai subir pra 62 anos. O tempo mínimo de contribuição também aumenta. Mas a renda cai, porque o cálculo vai empurrar a média pra baixo”.

Viúva e Pensionista - Hoje elas podem receber sua aposentadoria mais a pensão do falecido marido. Na reforma, elas terão de escolher o benefício maior, ficando com um único benefício. Isso, na prática, rebaixará a renda da idosa.

Site - O Jornal Sindical já se encontra no site do Sindicato, onde pode ser lido na íntegra. Nas páginas centrais, a matéria trata da reforma da Previdência e ressalta as ameaças e perdas. Acesse aqui, leia, saiba mais. Compartilhe seu conhecimento com os companheiros de trabalho e sua família.

Pereira - Nosso presidente José Pereira dos Santos comenta: “A reforma é ruim para todos os trabalhadores, mas é especialmente maldosa com as mulheres. O Sindicato se coloca à disposição das companheiras para orientar e lutar contra essa injustiça que o governo quer cometer”.

Mais informações ligue no Departamento Feminino e oriente-se: 2463.530