Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região
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• 14/8/2025 - quinta-feira

Economista do Dieese defende que setor
metalúrgico não deve ser tarifado

O País aguarda com ansiedade o plano de ajuda econômica em resposta ao tarifaço de 50% imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra produtos brasileiros. Elas deverão ser anunciadas nesta semana.

Rodolfo Viana, economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, que reponde pela subseção do Dieese em nosso Sindicato, afirma que a medida do Governo Trump “é arbitrária e sem justificativa econômica”.

Ele diz esperar que as medidas do governo brasileiro garantam, ao máximo, o emprego dos trabalhadores e trabalhadoras. “O Brasil tem saída pra o tarifaço dos EUA. A pandemia da Covid-19 já mostrou que nossa economia consegue se recuperar”, observa.

Indústria - Viana defende que o setor metalúrgico não devia ser tarifado. Ele explica: “O Brasil mais compra do que vende aos Estados Unidos”.

O economista lembra do setor de autopeças do Brasil: “Este setor está com déficit comercial, ou seja, mais compra peças dos EUA do que vende. E já está tarifado em 25% desde maio passado. O setor de eletrodomésticos é outro exemplo. Dezessete por cento do que é produzido no Brasil são exportados, destes 29% vão para os Estados Unidos”. 

E continua: “O setor de máquinas e equipamentos apresentou, em 2024, déficit comercial de R$ 1,1 bilhão. Então, o tarifaço do governo Trump é arbitrário do ponto de vista comercial”.

MAIS - Site do Dieese - www.dieese.org.br

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