• 16/10/2025 - quinta-feira
A mobilização popular e a conquista
de direitos são focos do artigo de Cabeça
“Podemos avançar mais!”. Este é o título do artigo semanal do nosso presidente Josinaldo José de Barros (Cabeça), publicado no jornal Guarulhos Hoje, quarta, 15. O texto fala de mobilização popular e, a partir daí, as conquistas do trabalhador brasileiro. Começa com a frase do advogado e escritor Aníbal Fernandes: “Os direitos são propriedade do povo”.
A frase é citada no artigo pra lembrar o PL do presidente Lula que garante, a partir de janeiro de 2026, a isenção do imposto de renda pra quem ganha até R$ 5 mil.
Diz Cabeça: “Tive a alegria de ser parte e também testemunha dessa história. No dia 7 de abril de 2022, Centrais e Sindicatos fizeram a Conclat e elegeram a Pauta Unitária da Classe Trabalhadora. Dia 14 de abril, entregamos a Pauta a Lula na Casa de Portugal, em SP. E ele prometeu, caso fosse eleito, ‘zerar até o final do mandato o imposto de renda sobre salário até R$ 5 mil’”.
A isenção do IR, como diz o projeto, representará ganho médio mensal de R$ 340,00 ou economia em torno de R$ 4.100,00 em um ano, por trabalhador, em nossa base.
É bom lembrar da pressão popular ocorrida em todo País, que garantiu esta e outras vitórias para o povo brasileiro, como a derrubada da “PEC da Vergonha”, que colocava deputados e senadores fora do alcance da lei, mesmo os que haviam cometido crimes.
“No dia 21 de setembro, o sindicalismo mobilizou a sociedade e o povo lotou ruas, praças e avenidas contra aquele descalabro. Os parlamentares sentiram o peso da revolta e recuaram”, afirma.
Mas temos ainda muito a conquistar: a ampliação da licença-paternidade de cinco pra 20 dias, a escala 6X1, a jornada de 40 horas, a reforma agrária, a redução dos juros.
Sem esquecer que, “neste momento, estamos em Campanha Salarial para os metalúrgicos representados pelos grupos patronais. Pois bem: três grupos não querem negociar. Esses empresários são os mesmos que aparecem na mídia falando que são modernos, que ouvem seus ‘colaboradores’. Mas que modernidade é essa, sem diálogo, sem consideração pela nossa pauta?”
Ou seja, a luta continua!
MAIS - Clique aqui e leia o artigo na íntegra.
