• 28/11/2025 - sexta-feira
Políticos devem ajudar a limpar a água
e não pescar em águas turvas, diz Cabeça
Pra que turvar a água? Esta é a pergunta que nosso presidente Josinaldo José de Barros (Cabeça) faz para os leitores do seu artigo semanal. O texto, publicado quarta, 26, no jornal Guarulhos Hoje, nos faz refletir sobre a atual situação econômica e política do nosso país, inclusive sobre a prisão do ex-presidente Bolsonaro.
Ele diz: “A política e a economia nem sempre andam em sintonia. Isso não é bom. Quando a política interfere demais na economia, a tendência é tumultuar o mercado. Quando a economia tenta dirigir a política, a tendência é de confusão e desequilíbrios”.
Vivemos em um país democrático. O ideal – explica Cabeça – é que cada parte faça o que lhe cabe, ou seja, a política cuida de temas políticos e a econômica de tema s do mercado. Simples!
Na análise do nosso dirigente, o governo Lula tem sido cauteloso. E explica: “Aquilo que é do Executivo, o governo procura cuidar bem. Aquilo que é do Legislativo, os parlamentares procuram fazer a parte que lhes cabe. E o que cabe ao Judiciário acontece de acordo com as leis e a Constituição”.
Sobre a prisão do ex-presidente Bolsonaro, a posição do Sindicato nessa situação é clara: cumpra-se a lei. “Na democracia, a regra que vale pra Chico também vale pra Francisco”, observa.
E finaliza: “Neste momento, o Brasil vive uma boa fase da economia, com oferta de empregos, aumento nas exportações e elevação do padrão salarial. Os políticos devem colaborar para que esse ambiente de negócios prospere e avance. Devem ajudar a limpar a água e não pescar em águas turvas”.
Vale a pena ler o artigo na íntegra. Boa leitura!
