• 21/1/2026 - quarta-feira
Homenageamos Manoel,
nosso irmão metalúrgico
“Manoel, nosso irmão” é o título do artigo semanal do nosso presidente Josinaldo José de Barros (Cabeça) publicado no jornal Guarulhos Hoje, quarta, 21. O texto é uma homenagem ao companheiro metalúrgico Manoel Fiel Filho, sequestrado, torturado e morto por agentes da ditadura, em 17 de janeiro de 1976. Ele era prensista numa fábrica da Mooca, em São Paulo.
“Sua morte ocorreu poucos meses depois do assassinato do jornalista Vladimir Herzog, da TV Cultura, no mesmo Doi-Codi. O regime estremeceu com esses dois assassinatos, obrigando o presidente general Geisel a demitir vários comandantes militares, envolvidos nas tramas de terror e violência”, conta nosso dirigente.
Manoel Filho foi homenageado não só por nós metalúrgicos, mas por outras categorias de trabalhadores em evento ocorrido segunda, 19, em evento na rua do Carmo, 171, Centro de São Paulo, onde por longos anos funcionou o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo - ao qual Manoel era associado.
“Nosso Sindicato esteve presente na cerimônia. Participamos eu mais os diretores Chorão, Robson, Galdino, Nildo, Lucas e Jau”, diz Cabeça.
O evento ocorreu três dias depois da Confraternização, em nosso Clube de Campo, entre a direção sindical e os delegados eleitos em nossa base. “No sábado (dia 17), os companheiros puderam fazer propostas e encaminhamentos para, juntos com a direção sindical, buscar melhorias nas fábricas e à nossa categoria”, aponta o texto.
Cabeça continua: “Não basta registrar e valorizar o passado. É preciso que, a partir das experiências passadas, possamos pensar em nosso futuro e planejar ações para os dias que virão”.
Manoel, nosso irmão, merece todas as homenagens, pois é símbolo da luta da classe trabalhadora por um Brasil melhor. Nosso presidente finaliza: “Fiquei feliz em ver que, mesmo num grupo eclético - pois havia ali metalúrgicos, comerciários, químicos, aposentados, jornalistas e advogados - prevalecia o repúdio à violência política. E todos exaltavam um valor que tecnologia nenhuma poderá derrotar. Esse valor é a democracia!”
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