Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região
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• 4/2/2026 - quarta-feira

Vamos combater o feminicídio,
clama Cabeça no artigo semanal

Convivemos com um dado alarmante: o grande número de feminicídios no País. Recentemente, a Folha de S.Paulo destacou que quatro brasileiras são assassinadas por dia, seja pelo marido, ex-marido, namorado ou ex-namorado. A soma anual dessa matança chega a 1.470 mulheres.

Nunca esteve tão em voga a palavra feminicídio. E o que ela significa? Nosso presidente, Josinaldo José de Barros (Cabeça), conclama, em seu artigo semanal “Chega de feminicídio”, publicado na quarta-feira, dia 4, no jornal Guarulhos Hoje: “Trata-se do crime cometido contra a mulher pelo simples fato de ela ser mulher, como se isso fosse uma nódoa. Vale frisar que o feminicídio é crime inafiançável, segundo a Lei nº 14.994/2024”.

O dirigente destaca um dado interessante: a maioria da população se declara cristã. No texto, ele questiona: “Mas que cristão é esse que odeia, persegue, difama, maltrata, bate, mutila e mata?”. Ou seja, não seguem o principal ensinamento de Jesus, que é “Amai-vos uns aos outros”.


Cabeça lembra da palestra ministrada pela delegada Rose às trabalhadoras em nosso Sindicato. “Ela foi a primeira delegada da Mulher no Brasil. A dra. Rose, com toda a sua experiência, apresentou números alarmantes sobre esses crimes, destacando a crueldade da violência, já que muitos tiros e facadas visam mutilar o órgão sexual da vítima. Ou seja, trata-se de crime de ódio, vingança e maldade”, afirma.

Temos uma legislação importante no combate à violência contra a mulher, como a Lei Maria da Penha, mas ela não tem sido suficiente para protegê-las. É preciso fazer muito mais.

Nós, metalúrgicos, temos feito a nossa parte. “Nosso Sindicato conta com um Departamento Feminino, integrado pelas companheiras Roseli, Raquel, Márcia e Delma. Todo mês de março, o Departamento promove a campanha ‘Março Mulher’ e realiza um Encontro em nossa sede. Neste ano, o eixo do Encontro será o combate ao feminicídio. Vamos manter aceso esse debate, orientando as mulheres e dizendo aos agressores: parem com a violência, o ódio e a vingança!”, destaca.

E finaliza: “O sindicalismo abraçou as causas das mulheres e colocou o combate ao feminicídio no topo da pauta. Mas essa causa não é apenas das mulheres. Os homens - solteiros ou casados, jovens ou idosos - precisam apoiar essa luta. E os governantes precisam fazer muito mais pelas mulheres e agir com rigor contra os trogloditas que perseguem, batem, mutilam ou matam”.

MAIS -
Leia o artigo na íntegra. Boa leitura!
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