• 15/5/2026 - sexta-feira
Audiência avança luta contra
6x1 e jornada de 40 horas
Nosso presidente Josinaldo José de Barros (Cabeça) participou de audiência pública que discutiu a PEC do fim da escala 6X1 e pela jornada de 40 horas semanais sem redução de salário. Aconteceu no auditório do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Centro da Capital, quinta, 14. A casa estava completamente lotada.
Além de Cabeça, participaram nossos diretores Robson Amadeu, Jaciel Barbosa dos Santos (Jassa), Lucas Ricardo Barros, Elenildo Queiroz Santos (Nildo), Antonio Francisco da Silva (Fala-Mansa), Daniel Araújo e Daniel Galdino.
Convocada pelo deputado federal Alencar Santana (PT-SP), presidente da Comissão Especial da Câmara que analisa a PEC, a audiência reforçou a importância de mobilizar a classe trabalhadora especialmente para os dias de votação da proposta - as datas indicativas são 26 de maio (na Comissão) e 27 (no plenário da Casa).
Participação - Entre as autoridades estavam o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, deputados Reginaldo Lopes (PT-MG), autor da PEC, Léo Prates (Republicanos), relator, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), Alfredinho (PT-SP), Carlos Zarattini PT-SP), ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, mais os presidentes das Centrais Sindicais, Confederações e outras entidades classistas.
Miguel - Anfitrião do evento, Miguel Torres, presidente dos Metalúrgicos de São Paulo, parabenizou a Câmara pelas audiências que acontecem nos Estados. Ele diz: “É um orgulho nossa casa debater esse tema que interessa diretamente os trabalhadores do Brasil. Essa é uma questão importante e urgente. Vamos aprovar as mudanças tão benéficas pra todo o povo”.

Alencar - O presidente da Comissão considerou a audiência um momento ímpar na história da luta da classe trabalhadora. Ele comenta: “Durante décadas, a redução da jornada de trabalho estava em pauta no movimento sindical. Agora chegou o momento de atender a demanda dos trabalhadores, em especial das mulheres que mais sofrem com a escala 6X1. Mas será necessária a mobilização de toda sociedade brasileira, seja nas ruas ou pressionando o Congresso Nacional”.
Votação - Autor da PEC, Reginaldo Lopes afirmou que “chegou o momento de escrever a história da modernização nas relações do mundo do trabalho”. Ele está confiante na aprovação. “Não tenho dúvidas de que vamos construir uma votação histórica”, enfatiza.
Pejotização - O ministro Luiz Marinho não só está empenhado na aprovação da PEC, como critica veementemente a pejotização, chamada por ele de “tragédia humana”. Marinho afirma: “Precisamos mostrar ao STF que será uma grande irresponsabilidade continuar com a ideia de implantar a pejotização. Isso não é somente um ataque ao trabalhador, mas uma forma de esvaziar a Justiça do Trabalho. Vamos lutar contra isso!”.
Cabeça - Nosso presidente considerou produtiva a audiência pública. E traçou os próximos passos na luta. Ele explica: “Dias 26 e 27 estaremos em Brasília na votação da PEC, tanto na Comissão quanto no plenário. Temos muita chance de aprovação, mas isso depende ainda da luta e do envolvimento de cada um de nós”.
