Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região
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  Personagem do mês


Um metalúrgico com 51 anos
dedicados ao Sindicato

Agenor Soares da Silva nasceu na cidade de Andradina (interior paulista), em 27 de setembro de 1944. E dos seus 75 anos de idade, dedicou 51 à luta por direitos dos metalúrgicos de Guarulhos.

Sócio do Sindicato desde 1968, começou como caldeireiro na antiga Barber Greene (Jardim Paraventi), Agenor começou em 1975 a fazer parte da diretoria do nosso Sindicato, e ocupou muitos cargos.

“Estou aposentado desde 1999, mas passo sempre aqui na sede para ver e abraçar os amigos que deixei”, ele conta.

Nesta sua jornada por direitos aos companheiros, chegou a ser preso duas vezes. “Não me arrependo. Até porque lutava por direitos dos trabalhadores da Phillips e da Corona. Os resultados das ações foram positivos. E isso já valeu a pena”, comenta”.


Agenor durante entrega de boletim específico do Sindicato na empresa Fabrima


Sindicalista - Casado e pai de duas filhas, Agenor mora em um sítio em Santa Isabel, e não abre mão da tranquilidade. Ele afirma: “Trabalhei muito, no Sindicato e nas empresas, e montei o meu cantinho”.

Como integrante da diretoria do Sindicato, Agenor ocupou cargos de primeiro secretário, tesoureiro (por quatro mandatos) e integrante do Conselho Fiscal. Foi diretor também do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos), e um dos fundadores e diretor da Atmag (Associação dos Trabalhadores Metalúrgicos Aposentados de Guarulhos).

Recado - Com sua experiência histórica como sindicalista metalúrgico, Agenor não entende o que acontece atualmente. “Tivemos muitas vitórias, como Participação nos Lucros e/ou Resultados, café da manhã, refeitórios, ônibus fretados e muito mais. Sempre com a presença maciça dos metalúrgicos. Hoje em dia acontece o contrário. Poucos trabalhadores participam das assembleias na sede e esperam por conquistas dentro das fábricas. Ou seja, esperam que o trabalho do Sindicato dê resultado, mas sem sua presença”.

Agenor completa: “É importante que o companheiro dê seu apoio à sua entidade representativa, e um desses apoios é justamente de se associar. Se o Sindicato não conseguir se manter, como ficarão os trabalhadores. Quem vai lutar e negociar por seu direito? Ele mesmo com o patrão? Claro que não. Por este motivo, fique sócio e torne esta entidade cada vez mais forte. Quem se beneficiará será o próprio trabalhador”.


Agenor é figurinha carimbada no Sindicato e visita a entidade frequentemente

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