Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região
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• 23/3/2020 - segunda-feira

Centrais cobram plano nacional
que preserve saúde e empregos

Até o final da tarde de hoje (23), Força e demais Centrais Sindicais devem publicar Nota oficial contra a nova Medida Provisória do governo e pela articulação de um pacto nacional em defesa da vida, do emprego e proteção aos trabalhadores. A nova MP dá plenos poderes aos patrões de suspender contratos e salários.

Basicamente, o documento contém as seguintes propostas:

• Criar Fundo de Emergência Social com recursos fiscais e emissão de dívida pública pra financiar as iniciativas necessárias de enfrentamento da crise.

• Fim do teto fiscal - que proíbe o Estado de investir em Saúde e Educação.

• Garantir o emprego pra todos, desde 1º de março.

• Garantir renda de segurança a todos os atingidos pela crise sanitária (vírus) e a suspensão das atividades produtivas, pagando com recursos públicos os trabalhadores formais, os informais e precarizados, autônomos, domésticas, agricultores familiares e os beneficiários do Bolsa-Família.

• Prorrogação das Convenções e acordos coletivos por seis meses.

• Proteção dos pobres e miseráveis, moradores de rua e favelas, que precisam de formas adequadas de cuidados, medicamentos e alimentação.

• Proteção adequada pra todos os trabalhadores que deverão manter o sistema produtivo e serviços essenciais funcionando.

• Testes rápidos pra universalizar o diagnóstico e orientar a coordenação da quarentena e do isolamento social, a fim de reduzir a epidemia.

• Ampliar a força de trabalho do SUS e agilidade na liberação dos recursos a Municípios e Estados.

• Equipamentos de proteção suficientes a todos os profissionais da saúde.

• Planejamento do abastecimento, da logística e do transporte de alimentos, controlando seus preços.

• Aumentar a produção de medicamentos, insumos e equipamentos de saúde.

• Criação de instrumentos facilitadores para micro, pequenas e médias empresas resistirem à interrupção produtiva.

• Suspensão temporária de tributos de serviços básicos.

Pereira - Nosso presidente José Pereira dos Santos comenta: “Mais uma vez a classe trabalhadora toma a dianteira e propõe saídas pro Brasil. O governo é desorientado. Nem por isso vamos deixar de chamar o presidente e seus ministros à responsabilidade”.


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